sábado, 28 de fevereiro de 2015

Análise - Caminhando Com Dinossauros

Transmissão Original: 16/04/1999 até 21/05/1999
Temporadas: 1
Episódios: 6
Produtora: BBC
Diretores: Tim Haines e Jasper James
Narradores: Kenneth Branagh e Avery Brooks

 Walking With Dinosaurs ( Caminhando Com Dinossauros em terras tupiniquins ) foi um documentário dividido em episódios que se tornou um clássico para os amantes de dinossauros e da vida pré-histórica.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Acanthostega


Nome: Acanthostega (cobertura espinhosa)
Nome Científico: Acanthostega gunnari
Época: Devoniano
Local: Groenlândia

 Seu primeiro fóssil foi descoberto na Groenlândia em 1933 por Erik Jarvik e Gunnar S. Söderbergh. Eram apenas fragmentos de um crânio, o que dificultou sua identificação. Mas em 1987, Jennifer A. Clack encontrou um fóssil bem preservado, que se tornou a principal referência para descrição deste animal.

Réplica do fóssil de um Acanthostega gunnari

 Vivia a maior parte de sua vida dentro da água, saindo para terra firme muito raramente e nunca se afastando demais de uma fonte d'água. Era bastante ágil na água, graças a sua cauda adaptada e suas patas perfeitas para nadar e andar no fundo de rios e lagos, como as salamandras atuais. Apesar disso, era extremamente desajeitado em terra.
 Caçava moluscos, peixes, crustáceos e insetos em rios, lagos e pântanos. Para isso ele utilizava sua boca grande e larga com vários pequenos e afiados dentes. Acredita-se que ele tenha sido o primeiro tetrápode (animal com 4 membros) que daria origem para os répteis e outros animais terrestres.

Acanthostega gunnari caçando peixes em um lago


Fontes:
Livro Enciclopédia dos Dinossauros e da Vida Pré-Histórica; Dorling Kindersley
Sites: Atlas Virtual da Pré-História; Wikipedia

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Antigo crocodilo brasileiro tinha mordida mais poderosa que a de um T-rex!


 O Purussaurus Brasiliensis foi um gigantesco crocodilo que habitou a região do Acre durante o Mioceno. Ele é um velho conhecido dos paleontólogos brasileiros, mas só agora os cientistas fizeram a análise detalhada do animal, comparando-o com outros crocodilos atuais e outros animais extintos. 

 De acordo com Aline Ghilardi da UFRJ ( Universidade Federal do Rio de Janeiro ), e Tito Aureliano da UFPE ( Universidade Federal de Pernambuco ), casados e sendo os autores do estudo, o animal chegava até 12,5 metros de comprimento ( um pouco maior que um ônibus ) e pesava 8,5 toneladas. Também foi descoberto que sua mordida exercia o peso de 69.032 newtons - quase 7 toneladas - sendo mais forte que a do Tyrannosaurus Rex, que tinha "apenas" 57.000 newtons. Sua mordida também era 10 vezes mais forte que a de um leão ( 4.500 N ) e 20 vezes mais forte que de um tubarão branco ( 3.100 N ).

 O animal vivia em rios, onde hoje é o estado do Acre, caçando animais de grande porte, como tartarugas e mamíferos gigantes. Graças ao seu tamanho ele era obrigado a comer 40 kg de carne por dia.




terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Argentavis

Nome: Argentavis (ave argentina)
Nome Científico: Argentavis magnificens
Época: Mioceno
Local: América do Sul

 Uma boa quantidade fósseis desse animal foram descobertos nas regiões central e noroeste da Argentina, em 1980, pelo geólogo Kenneth Campbell e o paleontólogo Eduardo Tonni. Apesar de seu esqueleto estar incompleto e bastante danificado, eles foram capazes de calcular a envergadura do argentavis através de seu úmero: Aproximadamente 7 metros, tornando-se assim, a maior ave que já existiu.
Réplica de Argentavis magnificens em tamanho natural.


 O agentavis foi a maior ave que já existiu, alcançando até 7 metros de envergadura, 2 metros de altura e pesando 70 kg. Era uma ave de rapina, semelhante a uma águia ou um condor. Voava acima dos campos argentinos atrás de carcaças e animais pequenos que pudesse devorar. Não era difícil para ele roubar comida de outros predadores, graças ao seu tamanho avantajado. Ele precisava comer 10 kg de carne por dia, quantidade que aumentava na época de reprodução.
 Podia atingir 60 km/h em um voo por seu território, que podia chegar até 500 km². Seu bico curvo era excelente para rasgar carne e com suas garra afiadas era capaz de carregar carcaças e pequenos animais até seu ninho. Eles podiam ter em média 1 filhote, as vezes 2, a cada 2 anos, que nasciam de ovos de 1 kg cada.

Argentavis magnificens tenta roubar uma carcaça de dois
Thylacosmilus atrox




Fontes:
Atlas Virtual da Pré-História; Prehistoric Wildlife; Wikipedia.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Phorusrhacos

Nome: Phorusrhacos (portador de rugas)
Nome Científico: Phorusrhacos longissimus
Época: Mioceno
Local: América do Sul

 O primeiro fóssil descoberto de um phorusrhacos foi um pedaço da mandíbula encontrado na Formação Santa Cruz, na Argentina, em 1887 por Florentino Ameghino. Ameghino inicialmente descreveu o animal como um mamífero desdentado. Apenas em 1891 ele foi reconhecido como uma ave. Sua mandíbula possuía "rugas", daí seu nome "portador de rugas".


sábado, 21 de fevereiro de 2015

Análise - Jurassic Park: Operation Genesis

Desenvolvedora: Blue Tongue Entertainment
Distribuidora: Universal Interactive
Lançamento: 10/03/2003
Gênero: Simulador
Plataformas: PC, Playstation 2 e Xbox

 Jurassic Park: Operation Genesis ( ou JPOG ) é tido por muitos como o melhor jogo com dinossauros de todos os tempos. Seria mesmo? Vamos a análise.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Fóssil esquecido em museu pertence a uma nova espécie de ictiossauro


 Um fóssil que havia sido armazenado no museu de Doncaster, no norte da Inglaterra, durante 30 anos e que nunca havia sido estudado, pertencia a uma nova espécie de ictiossauro. A notícia, que veio à tona pela revista britânica Journal of Vertebrate Paleontology nessa quinta-feira (19/02/2015), diz que o fóssil havia sido confundido com um molde de gesso e acabou sendo guardado durante 30 anos no museu.

 Os ictiossauros foram répteis marinhos que lembravam vagamente um golfinho e que viviam nos oceanos na mesma época dos dinossauros. A nova espécie foi nomeada de Ichthyosaurus Anningae em homenagem à famosa caçadora de fósseis Mary Anning, que descobriu o primeiro ictiossauro. Ele viveu no período Triássico a 189 milhões de anos atrás.

O Fóssil do Ichthyosaurus Anningae 
 A pesquisa, que começou em 2008, foi feita por Dean Lomax da Universidade de Manchester, que encontrou o fóssil perdido, em parceria com Judy Massare da State University de Nova York. Os dois pesquisadores compararam o fóssil com outros mil fósseis de ictiossauros, na Europa e nos Estados Unidos, e foram capazes de apontar diferenças entre elas.

 De acordo com Lomax, o fóssil está tão bem preservado que pode-se ter uma noção do que o animal comia. "No fóssil podem ser observados pequenos restos de tentáculo de lula, por isso podemos saber qual foi sua última refeição" explica Lomax.



Fonte: VEJA

Stethacanthus

Nome: Stethacanthus (espinha no peito)
Nome Científico: Stethacanthus altonensis
Época: Devoniano
Local: Europa e América do Norte

 O stethacantus foi um pequeno tubarão que habitou os oceanos da América do Norte e Europa. Foi descoberto por John S. Newberry em 1889. Por ser um animal pequeno, ele foi capaz de deixar a marca de seu corpo na rocha, facilitando a descrição da espécie. Além dessas impressões, também foram encontrados vários dentes desse animal, principalmente na Europa.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Dunkleosteus

Nome: Dunkleosteus (ossos de Dunkle)
Nome Científico: Dunkleosteus terrelli
Época: Devoniano
Local: América do Norte, Europa e norte da África

 O primeiro fóssil de dunkleosteus foi descoberto em 1867 em Ohio nos EUA. Dunkleosteus é uma homenagem à David Dunkle, o diretor do setor de paleontologia do Museu de História Natural de Cleveland na época de sua descoberta. Terrelli é em homenagem ao seu descobridor, o geólogo Jay Terrelli. Os únicos fósseis encontrados até hoje são crânios. Isso porque o dunkleosteus é um peixe placodermo e, como todo placodermo, a única parte óssea de seu corpo é o crânio.


 Os dunkleosteus foram um dos maiores peixes que já existiram, medindo até 9 metros de comprimento e pesando cerca de 3 toneladas. Era o maior predador aquático de sua época, estando no topo da cadeia alimentar e habitando grande parte do oceano.
 Sua carapaça era quase impenetrável. Ela protegia a cabeça, os ombros e o peito. Seus "dentes" (que eram, na verdade, parte de sua carapaça) eram serrilhados como um serrote e dilaceravam a vítima. Ele nadava próximo às regiões costeiras, caçando qualquer coisa que fosse capaz de abocanhar, como moluscos, peixes, tubarões primitivos e até mesmo dunkleosteus menores. Quando foi extinto, a lacuna deixada pelo dunkleosteus foi ocupada pelos tubarões.

Dunkleosteus terrelli caçando amonitas



Fontes:
Documentário Sea Monsters
Livro Enciclopédia dos Dinossauros e da Vida Pré-Histórica; Dorling Kindersley
Sites: Atlas Virtual da Pré-História; Wikipedia; Dinopedia; Prehistoric Wildlife.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Archelon

Nome: Archelon ( tartaruga governante )
Nome Científico: Archelon Ischyros
Época: Cretáceo ( 75 - 65 milhões de anos atrás )
Local: América do Norte
Descobridor: G. R. Wieland

 Seu primeiro fóssil foi descoberto em 1895 na formação Pierre Shale na Dakota do Sul, sendo descrito apenas em 1896. O maior exemplar foi encontrado alguns anos depois, agora em 1970, também na formação Pierre Shale e media quase 5 metros de comprimento. Alguns outros esqueletos foram encontrados no estado de Wyoming.


 O Archelon foi a maior tartaruga marinha que já viveu,  pesando 2,5 toneladas e podendo alcançar até 4,5 metros de comprimento, o mesmo que um carro popular. Sua envergadura ( da ponta de uma nadadeira até a outra ) media 5 metros. Porém, apesar de seu tamanho vantajoso, o archelon estava longe do topo da cadeia alimentar. Os mares do cretáceo abrigavam criaturas como o kronossauro, que poderia devorar facilmente uma destas tartarugas.
 Nadava em águas rasas e mornas da América do Norte usando seu poderoso bico para abocanhar peixes, moluscos, crustáceos e águas vivas. Em época de reprodução, a fêmea vinha até a mesma praia onde nasceu para botar seus ovos.






Fontes:
Documentário Sea Monsters
Sites: Atlas Virtual da Pré-Historia; Wikipedia

sábado, 14 de fevereiro de 2015

SOS Dinossauros: Paleontólogos pedem mais verba ao governo federal


 "Chamamos de SOS Dinossauros porque se fosse SOS Paleontologia ninguém iria entender" Diz Alexander Kellner do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro ( UFRJ ). Kellner é um dos mais importantes paleontólogos no Brasil e ele diz que o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico ( CNPq ), o principal órgão federal que auxilia financeiramente as pesquisas tecnológicas e científicas do país, não está dando devida importância e investimento para a área de paleontologia. Kellner e mais 150 paleontólogos enviaram um abaixo assinado ao CNPq questionando a falta de um representante da paleontologia no Comitê de Zoologia do órgão.
O paleontólogo Alexandre Kellner, em sua sala de trabalho. Foto tirada em 2013
Alexander Kellner em seu escritório na UFRJ ( 2013 )






 "Falta o conhecimento específico. Avaliadores já chegaram a dizer que projetos eram 'porcaria' porque o animal nem estava completo" Diz Kellner, pelo fato de paleontólogos na grande maioria das vezes estudarem fósseis incompletos. Por estes motivos, as pesquisas paleontológicas nacionais não estão recebendo verba suficiente, o que pode prejudicar bastante a paleontologia brasileira no futuro.


                                                                             
                                                             

Fonte: Folha de São Paulo

Análise - Terra Nova

Estréia: 26/09/2011
Término: 19/12/2011
Temporadas: 1 temporada
Episódios: 13 episódios
Canal: FOX
Diretor: Steven Spielberg
Estrelando: Jason O'Mara, Stephen Lang, Shelley Conn, Landon Liboiron, Naomi Scott, Allison Miller, Alana Mansour, Rod Hallett e Christine Adams

 O que falar de Terra Nova, uma série de Steven Spielberg que dividiu opiniões mundo a fora? Bem, podemos dizer que ela errou em vários pontos e mesmo assim conseguiu conquistar muitos graças aos seus personagens.


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Macaco mais velho das Américas pode ter cruzado o oceano Atlântico

  
 A descoberta de 4 dentes - molares superiores e inferiores - na amazônia peruana, levou os paleontólogos à descreverem uma nova espécie de primata extinto, o Perupithecus Ucayaliensis. Porém, esse ancestral dos saguis e micos leões dourados de 36 milhões de anos, compartilha características muito semelhantes com um outro primata: o Talaphitecus, que habitou a Líbia na mesma época que o P. Ucayaliensis. Isso leva os cientistas à deduzirem que os dois pertencem à mesma espécie, ou pelo menos, subespécies um do outro.

Cryptoclidus

Nome: Cryptoclidus (clavículas ocultas)
Nome Científico: Cryptoclidus oxoniensis
Época: Jurássico
Local: Inglaterra, norte da França e Rússia

  Foi descrito pela primeira vez em 1871 por John Philips. Vários fósseis deste animal foram encontrados no mesmo local, indicando que viviam em pequenos grupos compostos de jovens e adultos. Os fósseis mais completos deste animal foram recuperados de pedreiras próximas a Oxford e Peterborough, na Inglaterra. Seu nome vem do latim e significa "clavículas ocultas", isso por causa dele possuir clavículas muito pequenas, enterradas na parte dianteira do corpo.


File:Cryptoclidus eurymerus Tubingen.JPG

 Vivia em pequenos grupos nas regiões costeiras da Europa. Sua boca, cheia de dentes compridos e afiados, era sustentada por um pescoço curto ( comparado à outros plesiossauros ) que ele utilizava para caçar peixes e moluscos em águas rasas. 

 Na época de reprodução, as fêmeas vinham até a praia para botar seus ovos, como fazem as tartarugas marinhas. Também é possível que eles se juntassem para tomar sol em terra. Porém, se tivesse o azar de encalhar na praia, o cryptoclidus poderia morrer não só pela fome, mas também poderia virar alimento de dinossauros carniceiros que vagavam pelas regiões costeiras.




Fontes:
Sites: Atlas Virtual da Pré-História; Australian Broadcast Corporation sessão Dinosaurs; Wikipedia.
Documentário Walking With Dinosaur; Ep. 03 Cruel Sea; BBC.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Anhanguera


Nome: Anhanguera (diabo velho)
Nome científico: Anhanguera blittersdorffi
Época: Cretáceo
Local: Brasil

 Os primeiros fósseis deste animal foram encontrados pelos paleontólogos D. Campos e Alexander Kellner na chamada Formação Santana, um dos mais importantes sítios paleontológicos do Brasil, localizada na região nordeste. Seu nome provém da palavra indígena "anhanguera", que significa "diabo velho".


 Foi um pterossauro de porte médio, podendo atingir até 5 metros de envergadura e pesar 30 kg. Seu bico de meio metro tinha 50 dentes pontiagudos ( cujo os maiores chegavam a 5 cm ) que ele utilizava para abocanhar peixes em mares brasileiros. Pesquisas recentes indicam que o anhanguera migrava para a Europa na época de reprodução.

Galeria ( Clique nas imagens para ampliar ):


 

 

 




Fontes:
Sites: Atlas Virtual da Pré-História; Wikipedia.
Documentário: Walking With Dinosaurus, BBC.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Análise - Jurassic: The Hunted

File:Jurassic The Hunted Box Art.jpg
Desenvolvedora: Caudron
Distribuidora: Activision 
Data de lançamento: 03/11/2009
Gênero: FPS
Plataformas: Xbox 360, Playstation 2, Playstation 3 e Wii

 Jurassic: The Hunted foi o primeiro shooter que eu joguei, mas está bem longe de ser um bom jogo. Se ele fosse um filme, provavelmente seria um desses filmes B que saem direto na televisão. Mas vamos a análise.


Elasmotherium

Nome: Elasmotherium (Besta de camadas)
Nome Científico: Elasmotherium sibiricus
Época: Pleistoceno
Local: Ásia e parte da Europa

 O elasmotherium foi descrito pela primeira vez graças a uma mandíbula, encontrada na sibéria em algum ponto dos anos 1800. Seu descobridor e nomeador foi Johann F. Von Waldheim, um russo, que o nomeou de Elasmotherium sibiricus. "Elasmo" significa "camadas", isso porque seus molares (uma das únicas partes encontradas de seu fóssil) tinham várias camadas. "Therium" significa "besta". Após os anos de 1800, novos fósseis foram encontrados, dessa vez um crânio e seu chifre.

File:Elasmotherium sibiricum 34.JPG

 O elasmotherium ( vulgarmente chamado de rinoceronte de chifre grande ) foi um ancestral dos rinocerontes que habitou o norte da Ásia e Europa durante o período pleistoceno, bem no meio da chamada "era do gelo". Era adaptado ao clima frio, possuindo uma grossa camada de gordura e uma boa cobertura de pelos longos e grossos.
 Ele se diferenciava de outras espécies de rinocerontes por seu longo e único chifre que ficava entre os olhos e podia atingir até 2 metros de comprimentos. Era uma arma excelente contra seus predadores, apesar de improvável que um elasmotherium adulto tivesse predadores naturais, com exceção, é claro, do Homo Sapiens. É possível que o crânio fossilizado deste animal pode ter sido a inspiração para o mito do unicórnio.
 Ele media 3,4 metros de altura e 4 metros de comprimento, podendo pesar até 6 toneladas.

Galeria ( Clique nas imagens para ampliar ):


 

 

 




Fontes:
Série Parque Pré-Histórico; Ep. 02 Resgatando o Mamute; Focus Filmes
Sites: Dinopedia; Atlas Virtual da Pré-História; Wikipedia

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Dimorfodon

Nome: Dimorfodon (Dois tipos de dente)
Nome Científico: Dimorphodon macronyx
Época: Jurássico
Local: Europa

 O primeiro fóssil de dimorfodon foi descoberto em 1828 pela colecionadora de fósseis Mary Anning. Estava incompleto, sendo constituído apenas por alguns ossos e uma garra. O fóssil então foi adquirido por William Buckland em 1829, que o nomeou de Pterodactylus macronyx
 Porém, em 1858, o paleontólogo Richard Owen relatou a descoberta de 2 novos fósseis, também incompletos, mas desta vez com crânios. Como os crânios eram muito diferentes do gênero pterodactylus, Owen decidiu dar-lhes o nome de Dimorphodon macronyx, isso em 1859.



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

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Ambulocetus

Nome: Ambulocetus (Baleia que anda)
Nome Científico: Ambulocetus natans
Época: Eoceno
Local: Ásia

 O ambulocetus foi descoberto no Paquistão em 1993 por dois paleontólogos: Johannes G.M. Thewissen e Sayed H. Taseer. O ambulocetus é o primeiro ancestral conhecido das baleias, capaz de andar em terra e nadar em água doce ou salgada.


 Era um predador, alimentando-se de peixes e outras criaturas aquáticas. Ele também poderia ficar na margem de rios e lagos esperando que algum animal passasse e então ele o arrastaria para dentro da água, como os crocodilos atuais fazem. Ele não tinha orelhas e era capaz de localizar presas através da vibração na água. Ele chegava até 3 metros de comprimento e pesava 350 quilos.
 Ele vivia na região que hoje é o Paquistão, que naquela época era uma zona costeira, com várias florestas, lagos e rios.

Na Cultura Popular:

  • Na TV, o ambulocetus aparecesse no episódio Novo Amanhecer, o primeiro episódio da série Walking With Beasts da BBC.

Galeria 

Clique nas imagens para ampliar.

O Ambulocetus natans foi um ancestral das baleias atuais e um
excelente nadador, que não tinha dificuldade em perseguir peixes
 e outras criaturas aquáticas.














Uma das técnicas do ambulocetus era ficar de tocaia nas margens de
rios e lagos, aguardando qualquer pobre animal desavisado que viesse
para beber água.






Fontes:
Documentário Walking With Beasts da BBC; Ep. 01
Documentário National Geographic Evolutions: The Whale Walking
AVPH: Atlas Virtual da Pré História

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Aardonix


Nome: Aardonix (Garra da terra)
Nome Científico: Aardonyx celestae
Época: Jurássico.
Local: África do Sul.

 O aardonix foi um prossaurópode, descoberto na África do Sul em 2009 pelo paleontólogo Adam Yates, da Austrália, e sua equipe. Sua descrição foi feita a partir de dois esqueletos incompletos, que aparentam pertencer a dois jovens.
 De acordo com o paleontólogo britânico Paul Barret, do Museu de História Natural de Londres, o aardonix ajuda a preencher uma lacuna na evolução dos prossaurópodes para os saurópodes.


Reconstrução dos fósseis encontrados do Aardonyx celestae.

 O aardonix locomovia-se sobre as 4 patas, porém, quando era necessário alcançar a vegetação alta ou para ter uma visão ampla da região, ele era capaz de ficar em pé e andar sobre as patas traseiras.
 Caso um predador aparecesse, a primeira opção do aardonix era fugir. Caso isso não fosse possível, ele poderia utilizar sua cauda para golpear o inimigo ou usar as garras das patas dianteiras como defesa, em especial as garras dos polegares, que eram compridas e afiadas.


Galeria 

Clique nas imagens para ampliar.

Comparação entre um Aardonyx celestae e um ser humano de
tamanho médio.
Herbívoro, o aardonix vivia em florestas
abertas, utilizando suas garras afiadas para
trazer a vegetação alta até a boca e se
defender de predadores.






Fontes:
Sites: About Education: Dinosaurs A to Z;
Wikipedia: The Free Enciclopedia.