sexta-feira, 15 de junho de 2018

Lobo Terrível

Nome: Lobo Terrível; Lobo Gigante; Lobo Pré-Histórico.
Época: Pleistoceno e Holoceno.
Local: América.

 O Canis dirus ("Cão temível"), também chamado de lobo terrível ou lobo gigante, foi provavelmente o maior canídeo que já viveu. Seus primeiros fósseis foram descobertos em 1854 às margens do Rio Ohio, perto de Evansville, em Indiana, EUA. Até os anos de 1984, diversos fósseis foram descobertos por toda a América, desde o Canadá até o Peru. Porém, seus melhores fósseis proveem dos Estados Unidos, enquanto as descobertas na América do Sul ainda são contestadas. A maior parte de seus fósseis conhecidos foram encontrados nos poços de piche de La Brea Tar Pits, em Los Angeles, EUA, onde esses animais provavelmente ficaram presos antes de morrer de fome ou sufocamento.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Stygimoloch

Nome: Stygimoloch ("Demônio do Estige").
Época: Cretáceo.
Local: América do Norte.


 O stygimoloch foi um paquicefalossaurídeo que habitou a América do Norte durante o período cretáceo, por volta de 66 milhões de anos atrás, no fim da era dos dinossauros. Fósseis desse animal foram descobertos na Formação Hell Creek, Formação Ferris e Formação Lance, todos no centro oeste dos Estados Unidos. Seu nome genérico é a junção de duas palavras: Stygi e Moloch. "Stygi" faz alusão ao Estige, rio da mitologia grega por onde Caronte levava as almas dos mortos até o submundo (uma referência à Formação Hell Creek, que é banhada por um rio). "Moloch" é uma referência ao sombrio deus canaanita, às vezes interpretado como um demônio,  associado ao sacrifício de crianças. Tais nome foram escolhidos para enfatizar a aparência "demoníaca" da criatura, devido aos seus grandes chifres.

terça-feira, 29 de maio de 2018

Pelorovis

Nome: Pelorovis ("Carneiro Monstruoso").
Época: Plioceno, pleistoceno e holoceno.
Local: África.


 O pelorovis foi um gênero de búfalos gigantes que habitaram a várias regiões da África entre o plioceno, há 2,5 milhões de anos atrás, e o pleistoceno, há 12.000 anos atrás. Porém, fósseis mais recentes mostram que alguns desses animais sobreviveram durante o holoceno, há 4.000. Mais de 100 fósseis desse animal são conhecidos, de diversos locais e épocas diferentes, e 4 espécies já foram catalogadas.

terça-feira, 22 de maio de 2018

Altirhinus

Dois machos de altirhinus disputam pelo comando do bando, enquanto fêmeas se
alimentam, alheias ao combate. Ao fundo, deitado em uma rocha, um prodeinodon,
um terópode carnossauro, observa o bando (Céditos : Sergey Krasovskiy). 
Nome: Altirhinus ("Focinho Alto").
Época: Cretáceo.
Local: Ásia.

 O altirhinus foi um gênero de dinossauro ornitópode da família dos iguanodontídeos. Ele viveu durante o período cretáceo, entre 125 e 100 milhões de anos atrás, na Mongólia. Todos os fósseis conhecidos de altirhinus foram descobertos em 1981 na Formação Khukhtek, na Província de Dornogovi, Mongólia. Tais fósseis foram recuperados por uma expedição conjunta de paleontólogos soviéticos e mongóis, que identificaram os fósseis de pelo menos 5 espécimes diferentes de altirhinus na mesma expedição.

terça-feira, 15 de maio de 2018

Anurognathus

Créditos: Helmert Ravenhorst.
Nome: Anurognathus ("Mandíbula sem Cauda").
Época: Jurássico.
Local: Europa.

 O anurognathus foi um pequeno pterossauro descoberto na Baviera, Alemanha. Foi descrito pelo biólogo Ludwig Döderlein em 1923, a partir de um fóssil quase completo, mas bem danificado, que havia recebido da coleção do geólogo alemão Ludwig von Ammon, a quem Döderlein homenageou no nome específico do animal (Anurognathus ammoni). Em 2007, outro fóssil, ainda menor e mais completo, foi descrito pelo paleontólogo Chris Bennett. Seu nome genérico, anurognathus, é uma junção de palavras gregas que significam "mandíbula sem cauda", em alusão à cabeça grande e cauda curta do animal.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Nova espécie de réptil extinto é descoberta no Rio Grande do Sul

Pagosvenator candelariensis como deveria ter sido em vida (Créditos: Renata Cunha/UFRGS).

 Por meio de uma doação anônima ao Museu Municipal Aristides Carlos Rodrigues, em Candelária, RS, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foi capaz de descrever uma nova espécie de réptil extinto do período triássico.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Acheloussauro

Créditos: Daniel Eskridge.
Nome: Acheloussauro ("Lagarto de Aqueloo")
Época: Cretáceo.
Local: América do Norte.

 Os primeiros fósseis de acheloussauro foram descobertos em Montana, EUA, em 1987, por uma equipe liderada pelo famoso paleontólogo Jack Horner. Sua equipe encontraria mais fósseis deste animal em 1989. Porém, apenas em 1994 é que o acheloussauro foi finalmente descrito pelos cientistas. Seu nome faz alusão ao deus-rio Aqueloo (ou Achelou) da mitologia grega. No mito, Aqueloo tinha a capacidade de mudar de forma e, em uma das histórias, ele se transformou em um touro para enfrentar o semideus e herói Hércules. Durante o combate, Aqueloo perdeu um de seus chifres, por isso, Horner nomeou o animal como "Lagarto de Aqueloo", pois os fósseis do crânio deste dinossauro parecia ter um "chifre quebrado".