terça-feira, 22 de maio de 2018

Altirhinus

Dois machos de altirhinus disputam pelo comando do bando, enquanto fêmeas se
alimentam, alheias ao combate. Ao fundo, deitado em uma rocha, um prodeinodon,
um terópode carnossauro, observa o bando (Céditos : Sergey Krasovskiy). 
Nome: Altirhinus ("Focinho Alto").
Época: Cretáceo.
Local: Ásia.

 O altirhinus foi um gênero de dinossauro ornitópode da família dos iguanodontídeos. Ele viveu durante o período cretáceo, entre 125 e 100 milhões de anos atrás, na Mongólia. Todos os fósseis conhecidos de altirhinus foram descobertos em 1981 na Formação Khukhtek, na Província de Dornogovi, Mongólia. Tais fósseis foram recuperados por uma expedição conjunta de paleontólogos soviéticos e mongóis, que identificaram os fósseis de pelo menos 5 espécimes diferentes de altirhinus na mesma expedição.

terça-feira, 15 de maio de 2018

Anurognathus

Créditos: Helmert Ravenhorst.
Nome: Anurognathus ("Mandíbula sem Cauda").
Época: Jurássico.
Local: Europa.

 O anurognathus foi um pequeno pterossauro descoberto na Baviera, Alemanha. Foi descrito pelo biólogo Ludwig Döderlein em 1923, a partir de um fóssil quase completo, mas bem danificado, que havia recebido da coleção do geólogo alemão Ludwig von Ammon, a quem Döderlein homenageou no nome específico do animal (Anurognathus ammoni). Em 2007, outro fóssil, ainda menor e mais completo, foi descrito pelo paleontólogo Chris Bennett. Seu nome genérico, anurognathus, é uma junção de palavras gregas que significam "mandíbula sem cauda", em alusão à cabeça grande e cauda curta do animal.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Nova espécie de réptil extinto é descoberta no Rio Grande do Sul

Pagosvenator candelariensis como deveria ter sido em vida (Créditos: Renata Cunha/UFRGS).

 Por meio de uma doação anônima ao Museu Municipal Aristides Carlos Rodrigues, em Candelária, RS, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foi capaz de descrever uma nova espécie de réptil extinto do período triássico.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Acheloussauro

Créditos: Daniel Eskridge.
Nome: Acheloussauro ("Lagarto de Aqueloo")
Época: Cretáceo.
Local: América do Norte.

 Os primeiros fósseis de acheloussauro foram descobertos em Montana, EUA, em 1987, por uma equipe liderada pelo famoso paleontólogo Jack Horner. Sua equipe encontraria mais fósseis deste animal em 1989. Porém, apenas em 1994 é que o acheloussauro foi finalmente descrito pelos cientistas. Seu nome faz alusão ao deus-rio Aqueloo (ou Achelou) da mitologia grega. No mito, Aqueloo tinha a capacidade de mudar de forma e, em uma das histórias, ele se transformou em um touro para enfrentar o semideus e herói Hércules. Durante o combate, Aqueloo perdeu um de seus chifres, por isso, Horner nomeou o animal como "Lagarto de Aqueloo", pois os fósseis do crânio deste dinossauro parecia ter um "chifre quebrado".

terça-feira, 1 de maio de 2018

Abelissauro

Créditos: Philip Brownlow.
Nome: Abelissauro ("Lagarto de Abel").
Época: Cretáceo.
Local: América do Sul.

 O primeiro e único fóssil de abelissauro foi descoberto na Patagônia em 1983, mais precisamente na Formação Anacleto, na província de Rio Negro, na Argentina. Tal fóssil, composto apenas por um crânio incompleto, foi descrito em 1985 pelos paleontólogos José Bonaparte e Fernando Emillo Novas. Seu nome foi dado em homenagem a Roberto Abel, o diretor do Museu Argentino de Ciências Naturais na época. O abelissauro emprestou seu nome para a família de dinossauros conhecidos como abelissaurídeos. Além do abelissauro, outros gêneros famosos dessa família são o carnotauro e o pycnonemossauro (sendo este o maior de todos os abelissaurídeos conhecidos).

terça-feira, 24 de abril de 2018

Amargassauro

Nome: Amargassauro ("Lagarto de La Amarga").
Nome Científico: Amargasaurus cazaui.
Época: Cretáceo.
Local: América do Sul.


 O único fóssil conhecido de amargassauro foi descoberto em fevereiro de 1984 na Formação La Amarga na Província de Neuquén, na Patagônia, Argentina. Ele foi encontrado por Guillermo Rougier em uma expedição liderada pelo famoso paleontólogo argentino José Bonaparte. Essa expedição, que fazia parte do projeto chamado de Vertebrados Terrestres do Jurássico e Cretáceo da América do Sul, foi financiada pela National Geographic Society a partir de 1975. Os fósseis de amargassauro estavam quase completos, o que fez desse animal um dos saurópodes mais bem descritos de sua época.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Arthropleura

Créditos: G. Resenarne.
Nome: Arthropleura ("Costelas Articuladas").
Local: América do Norte e Escócia.
Época: Carbonífero.

 O arthropleura foi um gigantesco miriápode que habitou a Escócia e o nordeste da América do Norte durante o período Carbonífero, entre 315 e 299 milhões de anos atrás. Esse gênero de centopeias gigantes contava com 7 espécies, que variavam muito de tamanho, desde 30 centímetros até quase 3 metros de comprimento. O gênero foi nomeado em 1854.