terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Leedsichthys

Nome: Leedsichthys ("Peixe de Leeds")
Nome Científico: Leedsichthys problematicus.
Época: Jurássico.
Local: Europa e América do Sul.

 Os primeiros fósseis desse peixe gigantesco foram descobertos na década de 1880, pelo britânico Alfred Nicholson Leeds, na Inglaterra. Desde então, fósseis desse animal também foram encontrados na França, Alemanha e até mesmo no Chile, o que indica uma grande distribuição geográfica desses animais. Os fósseis de leedsicthys, porém, são bastante difíceis de se interpretar, pois maior parte de seus esqueleto era feito de cartilagem, algo que não se fossiliza. Apenas alguns fragmentos ósseos são conhecidos, e alguns de seus primeiros fósseis ainda foram confundidos com ossos de estegossauro. Todos esses problemas foram o que lhe rendeu o nome específico de "problematicus".

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Fóssil de uma estranha aranha com cauda é encontrado na Ásia

Representação da Chimerarachne yingi em vida.

 As aranhas são um dos grupos de animais mais bem sucedidos da história, tendo 47 mil espécies espalhadas pelo mundo. Esses animais teriam surgido por volta de 300 milhões de anos, durante o período Carbonífero. E uma nova descoberta pode explicar melhor sobre a evolução desses animais.

 Myanmar é um país do sudoeste asiático famoso por ser uma "mina de ouro de âmbar". É lá que ficam algumas das maiores minas desse material em todo mundo, e de onde já vieram algumas descobertas grandes, como a cauda de um filhote de dinossauro emplumado conservado em âmbar. Dessa vez, porém, a descoberta foi de algo bem menor, mas ainda assim tão antigo quanto.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Elasmossauro

Nome: Elasmossauro ("Lagarto de Placas Finas").
Nome Científico: Elasmosaurus platyurus.
Local: América do Norte.
Época: Cretáceo.


 Os primeiro fóssil de elasmossauro foi descoberto por um médico militar chamado Theophilus Turner, perto do Forte Wallace, no Kansas, Estados Unidos, em 1867. O fóssil, em mal estado e incompleto, foi enviado até o paleontólogo Edward Drinker Cooper, que nomeou a criatura em 1868. Quando decidiu reconstituir o esqueleto do animal, Edward acabou se inspirando nos répteis atuais (com pescoços curtos e caudas compridas) e acabou colocando a cabeça do animal na ponta da cauda. Quando ele convidou Othniel Charles Marsh para ver o animal montado, o colega percebeu o erro de Edward. E assim, começava a famosa "Guerra dos Ossos" entre os dois cientistas.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Pegadas de dinossauros são descobertas em estacionamento da Nasa


 Em 2012, o paleontólogo Ray Stanford deixava o estacionamento da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço, mais conhecida pela sigla em inglês "NASA", quando notou deformidades estranhas em uma rocha próxima do lugar. Ao analisar melhor a deformidade, descobriu que aquela rocha guardava, na verdade, o registro de animais que viveram naquela região há 100 milhões de anos atrás.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Arsinoitherium

Nome: Arsinoitherium ("Besta de Arsinoe").
Espécies Conhecidas: Arsinoitherium zitteli, Arsinoitherium andrewsi e Arsinoitherium giganteus.
Local: Norte da África.
Época: Eoceno e Oligoceno.

 Os arsinoitherium foram um grupo já extinto de animais semelhantes a rinocerontes que habitaram o norte da África entre o final do período Eoceno e início do Oligoceno, entre 36 e 28 milhões de anos atrás. Seu nome vem da união das palavras "Arsinoe", em homenagem à antiga rainha egípcia Arsinoe, e "Therium", que significa "besta" em latim. Seus primeiros fósseis foram descobertos na Egito em 1902, tendo pertencido ao A. zitteli. Depois disso, fósseis desses animais foram encontrados também na Etiópia e mais duas espécies foram descritas, o A. andrewsi e o A. giganteus.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Cearadáctilo

Nome: Cearadáctilo ("Dedo do Ceará").
Nome Científico: Cearadactylus atrox.
Local: Brasil.
Época: Cretáceo.

 O cearadáctilo foi um pterossauro de porte médio que habitou a região nordeste do Brasil há 110 milhões de anos atrás, durante o período cretáceo. Seus fósseis foram descobertos na Formação Santana, que fica na Chapada do Araripe, no estado do Ceará. Seu fóssil consistia em um único crânio de 57 centímetros bastante danificado, que foi levado para a Itália, onde foi descrito pela dupla de paleontólogos Giuseppe Leonardi e Guido Borgomanero, em 1985. Quando retornou ao Brasil, passou por uma restauração onde vários erros foram cometidos, obrigando o Museu Nacional Brasileiro a fazer uma segunda reconstituição.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Top 10 documentários sobre a vida pré-histórica!



 Olá, leitores! Hoje, venho aqui trazer mais uma matéria especial do PaleoBlog. Dessa vez, irei fazer um Top 10 melhores documentários sobre a vida pré-histórica! Desde já, porém, alerto que essa é uma lista pessoal, e não é um consenso geral. Essa é a lista dos documentários que são os melhores para MIM, então, talvez vocês não concordem com alguns programas listados. Tirando isso, espero que gostem da lista e deixem nos comentários quais seus programas preferidos, se concordam ou não com a lista e se tem algum documentário muito bom que não esteja nela. Vamos lá?